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Absorção de Mão de Obra Carcerária na Construção Civil

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  • 09/8/2011
  • 10h58min

Por acreditar no resgate da cidadania e na reinserção do reeducando na sociedade, a secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, por meio da secretaria executiva de Ressocialização – SERES, vem adotando novo modelo na criação de postos de trabalho, com o objetivo de gerar renda.

Para tanto, Laura Gomes, secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, esteve no Ministério Público de Pernambuco (MP) onde se reuniu com Agnaldo Fenelon, Procurador Geral do MP, Felix Sá, vice-presidente da Ademi Imóveis, e Romero Ribeiro, secretário executivo de Ressocialização, para acertar detalhes finais do Protocolo de Intenções, que será assinado no próximo dia 23, entre o Ministério Público, SEDSDH, Seres e Ademi Imóveis.

O objetivo do protocolo é firmar parceira para a  empregabilidade de reeducandos do regime semiaberto que cumprem pena na Penitenciária Agroindustrial São João – PAISJ.

Segundo a secretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Laura Gomes, promover trabalho para o reeducando é uma das exigências do Pacto pela Vida, e ressocializar consiste não apenas em oferecer “segunda chance” a quem cometeu delito, mas permite a realização de ações, que viabilizam o aproveitamento de mão-de-obra carcerária e afasta o recluso da ociosidade, oferecendo estímulos na busca da dignidade e do recomeço.

Laura Gomes disse ainda, que a construção civil não será mais a mesma, depois dessa parceira com a qual espera-se conseguir ressocializar os privados de liberdade com mais eficácia. “Vamos lutar para que a prisões não virem depósitos de pessoas. Os reeducandos vão receber uma qualificação profissional, objetivando, a não a reincidência do mesmo”.