Governo do Estado capacita novos entrevistadores do Cadastro Único
Sem categoria- 21/1/2013
- 18h06min
O Governo do Estado trabalha para evitar que os cidadãos pernambucanos não percam os benefícios dos programas de transferência de renda do Governo Federal. A partir desta terça-feira (22), os novos entrevistadores municipais do Cadastro Único – CadÚnico serão capacitados para realizar o cadastramento e a atualização de dados das famílias que precisam inserir/alterar informações no sistema, considerado a “porta de entrada” dos programas sociais. A iniciativa, que está sendo coordenada pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, segue até a próxima sexta-feira (25), na Escola Fazendária, sempre das 09h às 18h.
O trabalho será coordenado pela gerência de Proteção Social Básica da SEDSDH, que já disponibilizou quatro técnicos sociais para ministrar o conteúdo programático. A proposta é oferecer as condições necessárias ao uso do CadÚnico, possibilitando que as famílias inscritas na ferramenta possam manter os dados atualizados, evitando o bloqueio ou suspensão de alguns benefícios como o Programa Bolsa Família e o BPC (Benefício de Prestação Continuada).
A capacitação será destinada aos entrevistadores das cidades de Araçoiaba, Aliança, Amaraji, Bodocó, Brejão, Caetés, Camucim de São Felix, Goiana, Itaquitinga, Igarassu, Lagoa Grande, Lagoa do Carro, Ouricurí, Paudalho, Passira, Palmeirina e Riacho das almas.
CadÚnico – O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de baixa renda, entendidas como aquelas que têm: renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa ou renda mensal total de até três salários mínimos. Ele permite conhecer a realidade socioeconômica dessas pessoas, trazendo informações de todo o núcleo familiar, das características do domicílio, das formas de acesso a serviços públicos essenciais e, também, dados de cada um dos componentes da família.
Com base no CadÚnico, o poder público pode formular e implementar políticas específicas, que contribuem para a redução das vulnerabilidades sociais a que essas famílias estão expostas. Atualmente, o sistema, que é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, conta com mais de 21 milhões de famílias inscritas.
