SDSCJ quer ampliar número de empresas parceiras com objetivo de inserir jovens do Sistema Socioeducativo
Sem categoria- 05/3/2015
- 17h20min
Com o objetivo de inserir jovens em conflito com lei no mercado do trabalho, a Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, por meio de sua Executiva do Sistema Socioeducativo e Fortalecimento dos Conselhos realizou na quinta-feira (05), o Encontro com as Empresas parceiras do Sistema Socioeducativo. O evento ocorreu no auditório da Vice-Governadoria e contou com as presenças do secretário da SDSCJ, Isaltino Nascimento; da secretária Executiva do Sistema Socioeducativo e Fortalecimento dos Conselhos, Lidyane Lopes; da presidente da Jucepe, Terezinha Nunes; coordenador do Eixo Profissionalizante da Funase, Normando Melo e Simone Brasil, auditora de aprendizagem da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.
No primeiro momento foi apresentado aos empresários o perfil dos jovens a serem inseridos. Foi feita uma sensibilização e mobilização com os mesmos para mostrar que não há empecilhos na contração. Toda a responsabilidade com o jovem fica a cargo da Funase. Para o jovem chegar até empresa ele passa por uma pré seleção dentro da própria Fundação, através do Projeto Novas Oportunidades, e a partir daí serão encaminhados. Esse projeto atualmente trabalha com 100 metas com a proposta para esse ano dobrar o número.
Segundo Isaltino, a ocasião foi para estreitar os laços com os empresários na perspectiva de encontrar alternativas de parcerias. “Esse é um processo de interação com órgãos públicos e privados. Precisamos criar a consciência de que não é só o poder público que pode inserir os jovens que cometeram algum tipo de ato infracional. O nosso universo hoje desse público é permissível a inserção no mercado de trabalho”, destacou.
De acordo com Luciano Júnior, representante da AVLIS, empresa essa que já possui jovens em seu quadro funcional, é sempre importante provocar encontros desse porte. “Sabemos que hoje existe uma grande dificuldade de inserir os jovens no mercado de trabalho, independente da situação em que ele se encontra. Por isso temos que abrir as portas para esses jovens e tratar os mesmos sem diferença”, declarou.
Cada beneficiado não deverá ter uma jornada de trabalho superior a seis horas diárias, ficando oito horas para os que já tiverem completado o Ensino Médio.
