Juventude discute política de segurança Encontro foi promovido pela SDSCJ/S
NOTÍCIAS- 05/4/2017
- 14h14min
Mais de 50 jovens, representando todas as regiões do Estado, participaram na tarde deste terça-feira (04), do Seminário Plataforma Juventude Segura. O tema central do encontro foi a abordagem policial, que teve como objetivo discutir a relação dos jovens pernambucanos com os policiais, os procedimentos de abordagem e os direitos da juventude.
O evento aconteceu durante toda a tarde, no auditório do Compaz Ariano Suassuna, no Bongi (Recife), e contou com a participação do secretário executivo de Políticas para a Criança e Juventude (SEPCJ), João Suassuna; e do chefe de Gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), Claudio Carraly, que representou o secretário Roberto Franca.
A realização do seminário foi uma parceria entre a SDSCJ/SEPCJ, a Secretaria Nacional de Juventude, Prefeitura do Recife e o Unicef. Das discussões também participaram o secretário Nacional de Juventude, Assis Costa Filho; representantes da Secretaria de Defesa Social (SDS), Polícia Militar e Polícia Civil.
O programa Plataforma Segura já percorreu todas as regiões do Brasil e realizou cinco escutas públicas nacional, em Brasília (DF), Fortaleza (CE), Vitória (ES), Manaus (AM) e Porto Alegre (RS). O Recife (PE) foi a última cidade a realizar o encontro, nesse primeiro ciclo de discussões, que teve sempre temas voltados à segurança.
“Encontros como este ajudam a fortalecer e consolidar as políticas públicas para a juventude. Aqui é a juventude quem fala, diz quais são as suas necessidade e do que precisam”, afirmou o secretário João Suassuna. Segundo ele, das discussões será tirado um documento que irá balizar o direcionamento para a criação de políticas públicas para o segmento.
De acordo com o secretário nacional de Juventude, Assis Filho, segurança é um tema sensível e muito importante, por isso o governo tem interesse nessa discussão, sobretudo para traçar metas de atenção à juventude. “Estamos dando oportunidade para que os jovens possam dizer o que pensam e o que esperam da segurança pública”.
